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“MÍDIAS ELETRÔNICAS E METRÓPOLES MODERNAS” NA QUARTA EDIÇÃO DO EVENTO “NÓS DIGITAIS”

8, setembro, 2010 Tomás Pinheiro Sem comentários

ESPM-RJ E GLOBO UNIVERSIDADE DEBATEM SOBRE “MÍDIAS ELETRÔNICAS E METRÓPOLES MODERNAS” NA QUARTA EDIÇÃO DO EVENTO “NÓS DIGITAIS”

Rio de Janeiro, setembro de 2010 – Como parte dos processos de formação das cidades modernas, na virada do século XIX para o XX, surgem as mídias eletrônicas - como o rádio, o telégrafo e o cinema - ao lado de outros acontecimentos importantes como a valorização de espetáculos de entretenimento, o sensacionalismo popular, o aparecimento das primeiras lojas de departamentos, o incremento dos meios de transportes, como o automóvel, os bondes e trens etc. Tudo isso fazia da experiência de viver em uma metrópole moderna algo novo, muitas vezes tomado pelos reformistas sociais da época como negativo - associando tal experiência a choques, hiperestímulos, crises nervosas, estresse, acidentes, fadiga e apatia mental - capaz de saturar e adoecer as populações urbanas de então. É ainda neste contexto que se observar importantes mudanças nos modos de perceber e de dedicar atenção às coisas, em meio a práticas variadas como a educação, o trabalho e o consumo.

Pensar todas essas mudanças e como elas afetam aquilo no qual nos transformamos hoje, com o aparecimento das mídias digitais e de novas formas de entretenimento como os games, são os objetivos da 4ª edição do evento “Nós Digitais”: “Mídias Eletrônicas e Metrópoles Modernas”. Este encontro, com entrada franca, acontecerá no dia 13 de setembro, às 19h, no Oi Casa Grande (Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon), tendo como palestrante Maria Cristina Franco Ferraz, professora titular de Teoria da Comunicação da UFF (universidade Federal Fluminense), doutora em Filosofia pela Universidade de Paris 1 - Sorbonne e pós-doutora pela Universidade de Berlim. Maria Cristina é autora dos seguintes livros: Nietzsche, o bufão dos deuses (Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1994; Ediouro/Sinergia: 2009 e Paris: L’Harmattan, 1998), Platão: as artimanhas do fingimento (Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999; Ediouro/Sinergia, 2009), Nove variações sobre temas nietzschianos (Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002) e Homo deletabilis – corpo, percepção e esquecimento: do século XIX ao XXI (Rio de Janeiro: Garamond/FAPERJ, no prelo).

Os mediadores da palestra serão os curadores do evento, o professor de estudos de mídias e comunicação da ESPM-RJ, Vinicius Andrade Pereira, o físico Luiz Alberto de Oliveira e o músico e escritor Fausto Fawcett.

Clique aqui para realizar sua inscrição.

Saiba mais sobre o ‘Nós Digitais’ - O Projeto “Nós Digitais” é uma oportunidade de debater as mudanças e os futuros possíveis da comunicação e da cultura contemporânea. Trata-se de uma série de encontros que, alinhando palestras e debates com peças interativas e performances, reflete sobre as transformações da sociedade e da comunicação, desde o aparecimento da vida até o surgimento das mídias digitais, em busca de um melhor entendimento do mundo atual e dos seus possíveis desdobramentos.

Através de um percurso reflexivo, que vai do aparecimento da vida à cibercultura, a proposta da série Nós Digitais é retomar algumas teorias do campo da comunicação e de campos afins, re-avaliando a importância e o legado destas teorias para o enfrentamento das questões que envolvem o humano e as novas tecnologias da comunicação. Para isso, os encontros da série - sempre às últimas segundas-feiras do mês (excepcionalmente em setembro teremos duas edições - dias 13 e 27) propõem uma dinâmica que implica variados recursos e linguagens, como vídeos, palestras, debates, performances, instalações multi-plataformas e interativas, como meios para potencializar o pensamento e a reflexão sobre cada um dos temas debatidos.


SERVIÇO:
“Nós Digitais”, com Maria Cristina Franco Ferras, professora titular de Teoria da Comunicação da UFF (universidade Federal Fluminense) e Doutora em Filosofia pela Universidade de Paris 1 – Sorbonne.
Data e horário: 13 de setembro, às 19h
Local: Oi Casa Grande - Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon, Rio de Janeiro
Entrada franca mediante inscrições no site www.espm.br
Mais informações pelo telefone (21) 2216-2002

Concepção e Coordenação: Vinícius Andrade Pereira

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2, setembro, 2010 Tomás Pinheiro Sem comentários

O artista Keiichi Matsuda volta a imaginar como seria o mundo com a hiper realidade aumentada. Dessa vez ele aplica a RA no seu dia a dia.

Especialistas dizem que a RA pode ser uma revolução tecnologica mais importante do que a internet.

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Mapeando e projeção em 3D

2, setembro, 2010 Tomás Pinheiro Sem comentários

Projeções em 3D não são novidades. Mas feita assim, como a Nu Former faz é novidade. O Video tem mais de 1 ano, mas ainda sim impressiona. A projeção dá, através do uso da luz e da imagem, movimento a um prédio. Vale a pena assistir e se impressionar.

Outra pela mesma empresa

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Próximo Nós Digitais discutirá “O nascimento e o desenvolvimento da escrita”

Toda última segunda-feira de cada mês, a ESPM-RJ, por meio do Pan Media Lab, e o Globo Universidade oferecem ao público, gratuitamente, o Projeto “Nós Digitais”: uma oportunidade de debater as transformações e os futuros possíveis da comunicação e do ser humano. Trata-se de uma série de encontros que, alinhando palestras e debates com peças interativas e performances, reflete sobre as transformações da sociedade e da comunicação, desde o aparecimento da vida até o surgimento das mídias digitais, em busca de um melhor entendimento do mundo contemporâneo e dos seus possíveis desdobramentos.

O terceiro encontro da série será realizado no dia 30 de agosto, às 19h, no Oi Casa Grande. Com o tema “O nascimento e o desenvolvimento da escrita”, terá como palestrante Paula Sibilia, professora no Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Os mediadores da palestra serão os curadores do evento: o professor de estudos de mídias e comunicação da ESPM-RJ, Vinicius Andrade Pereira, o físico Luiz Alberto de Oliveira e o músico e escritor Fausto Fawcett.
Em torno do tema central do encontro, os tópicos mais relevantes a serem abordados são: o texto eletrônico e as novas formas de escrita na contemporaneidade; as práticas sociais e comunicacionais mediadas que contam com a escrita (twitter, redes sociais, MSN, SMS, etc); as características da cognição literária hoje (que dá suporte a práticas como a educação); os leitores de textos eletrônicos e a cultura literária (kindle) e o consumo de informação escrita na contemporaneidade (jornais, impressos, blogs, sites, etc). Como em todos os eventos, o encontro se encerra com uma performance poética/musical do Fausto Fawcett e do grupo Simbiotecnoise, que tem como proposta sintetizar de modo lúdico o tema debatido.
Paula Sibilia foi escolhida para participar desta edição do “Nós Digitais” em função de seus estudos que constam no livro “O show do eu: A intimidade como espetáculo” (2008), onde a autora trata exatamente de modos de escritas eletrônicas contemporâneas e processos de subjetividade. Paula é graduada em Ciências da Comunicação e em Antropologia na Universidad de Buenos Aires (UBA, 1992), mestrado em Comunicação na Universidade Federal Fluminense (UFF, 2002), doutorado em Comunicação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2007) e doutorado em Saúde Coletiva na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ, 2006).
Sibilia é ainda professora adjunta da Universidade Federal Fluminense, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e no Departamento de Estudos Culturais e Mídia. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Novas Tecnologias e em Comunicação Visual, pesquisando principalmente os seguintes temas: subjetividade contemporânea, corpo humano, tecnologias digitais, imagens e práticas corporais. Publicou os livros “O homem pós-orgânico: corpo, subjetividade e tecnologias digitais” (2002) e “O show do eu: A intimidade como espetáculo” (2008), ambos com versões traduzidas para o espanhol e publicadas pela editora Fondo de Cultura Económica.
Saiba mais sobre o Nós Digitais - Através de um percurso reflexivo, que vai do aparecimento da vida à cibercultura, a proposta da série Nós Digitais é retomar algumas teorias do campo da comunicação e de campos afins, re-avaliando a importância e o legado destas teorias para o enfrentamento das questões que envolvem o humano e as novas tecnologias da comunicação. Para isso, os encontros da série - sempre às últimas segundas-feiras do mês(excepcionalmente em setembro teremos duas edições - dias 13 e 27) propõem uma dinâmica que implica variados recursos e linguagens, como vídeos, palestras, debates, performances, instalações multi-plataformas e interativas, como meios para potencializar o pensamento e a reflexão sobre cada um dos temas debatidos.

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Avatar

Todo o mundo se inpressionou com os efeitos especiais do filme Avatar de James Cameron. Essa semana, o URBe postou um texto de um brasileiro que participou de um workshop na sede da Microsoft em Seatle sobre a pós produção do filme.

Cerca de duas semana atrás, aqui mesmo no URBe, apareceu um texto sobre o Fernando Meirelles e seus problemas com os meios digitais por conta do exagero de material gerado e a trabalheira/grana gasta na pós producao. Eis que do nada eu tenho a chance de assistir uma palestra com quatro dos diretores artisticos do “Avatar” sobre as tecnologias criadas pro filme e como dar conta da quantidade de material gerada. Coincidências da vida e óbvio presença obrigatória.

De cara, o vencedor dor Oscar Richard Baneham disse que o fluxo de produção mudou, e se antes a montagem só rolava na pós producao, agora ela era feita na hora. O resultado é que o grosso da cena fica pronto ali mesmo, e a pós producao fica mais responsável por fazer o refinamento.

Outra mudança assustadora foi saber que enquanto antigamente toda a parte de efeitos especiais entrava depois da atuação, agora isso também passou a ser feito em paralelo. Jim Cameron filma, vê na hora o resultado com o efeitos aplicados (uma versão, crua mas suficiente), tendo a liberdade de desde refilmar a cena até opinar na arte dos efeitos, como colocar um chifre na criatura ou tirar uma árvore que andava atrapalhando o enquadramento desejado.

Com essa resposta em tempo real, a câmera virtual se torna algo tão palpável que é possivel controlá-la no mundo real. Tente imaginar o diretor segurando um monitor com localização espacial no mundo virtual, e a cada passo a frente que o diretor dá a cena projetada no monitor também avança. Pronto, você tem uma janela pro seu mundo virtual sendo usada como câmera.

Agora, imagine que esse mapeamento real/virtual não precisa ter um relacionamento um pra um, ou seja, se o diretor treme muito a câmera pode digitalmente suavizar o movimento, se o diretor anda um metro pra trás a câmera pode multiplicar esse metro por dez, um efeito de grua pode ser gerado sem colocar o diretor à metros de altura, enfim, as vantagens de se ter acesso imediato do resultado final são tão absurdas que torna no mínimo cômico imaginar como antigamente o resultado só poderia ser visto semanas depois.

Claro que todo esse material precisa ser catalogado, armazenado, replicado, seguro e principalmente ser de fácil acesso. A quantidade de dados é absurda, afinal não são só as cenas que entram na conta, considere também os modelos daquele mundo virtual gigantesco, milhoes de texturas em dezenas de resolucoes, animações para cada uma das criaturas, trocentas outras coisas que vc nem imagina e você logo logo se vê tendo que arranjar um jeito de organizar cerca de um petabyte de
dados. O que o Fernando Meireles reclama em relação a quantidade de material é pinto perto do que os produtores do Avatar encontraram pela frente.

A solução encontrada foi criar um produto em conjunto com a Microsoft responsável só pra isso. Foram necessários cerca de oito meses pra se chegar numa versao usável do Gaia, e durante todo o desenvolvimento do filme o produto continuou tendo funcionalidades adicionadas a medida que novos problemas surgiam.

A conclusão óbvia é que se nao fosse esse avanço tecnológico “Avatar” não teria conseguido sair do papel. Agora, o mais importante disso tudo e talvez não tão óbvio assim, é que foi mostrado um novo caminho a ser seguido, um novo pipeline na produção. E se não há dúvida que “Avatar” foi um sucesso de público, também não resta dúvida que esse novo processo vai revolucionar a forma de se fazer cinema daqui pra frente.

por Rodrigo Hermann

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InterACT 2010

O resumão do evento que contou com a participação do PanMedia

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Painel divulga o Canada em tempo real

Para divulgar o turismo no Canadá, a comissão de turismo canadense junto com a DDB Vancouver instalaram murais interativos em 3 cidades americanas. Alem da interatividade touch, os murais eram alimentados em tempo real através de atualizações de pessoas nas redes sociais como Twitter, Facebook e YouTube.  A idéia é bem legal e permite a pessoa que interage a estar em contato com opniões, depoimentos, fotos e vídeos sinceros e reais.

Tecnologia de Imersão 3D

Se ainda há alguma dúvida que manipular o nosso sentido visual seria suficiente para enganar o nosso corpo, aqui temos mas uma prova. Repare como a pessoa que esta testando abre os braços para se equilibrar mesmo estando completamente firme no chão. Agora imagine com som, tatibilidade, etc..

Esse projeto foi idealizado pela IDEO labs

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Como seria viver a vida em um Video Game?

Entrevista com o designer Muti Randolph, idealizador de espaços como a Boate D-Edge e Lounge 69. Através do uso de luz, música e gráficos 3D Muti constroi experiências arquitetônicas

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