A Nintendo acaba de anunciar o lançamento de seu novo modelo para o portátil Nintendo DS. Até então sob o nome de Nintendo 3DS, o novo aparelho utilizará telas de LCD compatíveis com tecnologia 3D da Sharp - com uma película por cima da tela, separada por um pequeno espaço, proporcionando uma contraposição entre duas imagens que dão aos olhos a sensação de tridimensionalidade. O grande barato é que o jogador não precisará mais de óculos especiais para ter essa sensação, que será proporcionada pela própria tela do aparelho. Além disso, o console promete vir também com uma alavanca analógica para o controle dos personagens, que vibra conforme as ações do jogo.
Os gamers aficcionados pelo antigo DS não precisam se preocupar - o novo console apresentará também compatibilidade com os jogos produzidos para s modelos anteriores (DS, DS Lite, DSi e DSi XL).
Depois do Wii, esta parece ser a grande promessa da Nintendo, que pretende disponibilizar o console no mercado até março de 2011.
O projeto foi desenvolvido pelo designer John Underkoffler (que estará falando do TED 2010)e tem um site/blog bem legal que posta novidades sobre o projetos e outras idéias nessa área - http://www.oblong.com/ -
Junto com a empresa americana Canesta a Ydreams produziu o seu mais novo demo de realidade aumentada 3D que foi apresentado na CES 2010. Abaixo um progama de TV português visitou a empresa para ver as implicações desta nova tecnologia.
O SixthSense está sendo desenvolvido por engenheiros no MIT e trará consequências revolucionários a várias indústria. A idéia básica da tecnologia é que qualquer surperfice pode se tornar uma tela interativa.
Neste vídeo no TED india, um dos engenheiros fala sobre o que essa nova tecnologia pode trazer:
A gigante 3M acaba de lançar um site para ajudar a definir tecnologias, termos e tendências para a indústria do “Touch”. O site é divido é 2, Tecnologias Touch (onde mostra algumas tecnologias na áreá) e Terminologia Touch (basicamente um glossario para termos como, multi-touch etc.).
Um dos aspectos estudados por este laboratório são as novas audibilidades. Nesse pequeno projeto, o Moldover uniu o Circuit Bending a uma embalagem para o lançamento de seu novo disco. Fazendo desta, um modo do usuário criar e gravas suas próprias músicas através da embalgem do CD, acompanhe o vídeo.
O texto sobre a ação, escrito pelo Bruno Natal do URBe, aponta pontos interessante:
O que o tal Moldover fez com a caixa do seu disco, transformando o objeto num instrumento eletrônico, sugere novos caminhos para música. Como mostra o sucesso de jogos como Guitar Hero e a ansiedade pelo lançamento do DJ Hero, cada vez mais as faixas vão se tornando algo fluído, mutante e interativo.
A música não mais se encerra na gravação do autor, algo mostrado pela cultura dos samples há décadas, passando ar ser uma obra contínua da qual o ouvinte pode participar ativamente. Para o bem e para o mal.
O PANMEDIA LAB é o laboratório da ESPM de pesquisas e análises em mídias, entretenimento, design e intervenções artísticas (daí o acrônimo p.an. m.e.d.i.a.). Assim, dedica-se às investigações em torno das inovações e dos usos das tecnologias relacionadas ao universo da comunicação, do design, do entretenimento e das artes midiáticas. Temas como propaganda e marketing digital, consumo, linguagens e identidades na cibercultura, digital trash, blogosfera e games são, assim, alguns dos objetos que este laboratório investiga, entendendo-os como elementos que compõem a complexa e dinâmica cultura midiática contemporânea.
O laboratório é formado por alunos e professores da ESPM-RJ, dirigido pelos professores Dr. Vinícius Andrade Pereira e Ms.a. Andrea Hecksher.