O vídeo trata do tema cultura livre de informação, fazendo uma analogia entre a internet e a locomotiva no transporte de bens.
No dia 8 de Julho, este tema, juntamente com o tema de criação coletiva, fará parte de um dos Projetos de Graduação em Design na ESPM. A apresentação é aberta, e todos serão bem vindos.
Em tempos de muita informação e hipótese o maior problema é separar o pertinente do inútil.
What the trend, acompanha todos os tweets e produz estatísticas sobre cada tag. Também fornece a explicação de cada tag/trend. - caso você esteja completamente por fora -.
Os últimos pontos que ele cita são os mais interessantes; sobre a difusão de informação e a influência em que isso terá sobre o que é um fato. Ele propõe também uma modifação na ótica da composição das ‘Brands‘; o impacto do aumento da ‘cultura de games‘ e finalmente, a expansão da exploração de nichos.
O vídeo acima explora a temática “cultura de convergência” como estratégia de anúncio do filme “Tropa de Elite”. Foi exibido durante um simpósio realizado na MIT, nos Estados Unidos, à respeito do mesmo tema. Eis o site de um dos organizadores intelectuais do evento
Este interessante artigo relata sobre o problema do custo de manutenção do You Tube em relação aos seus lucros - quase nenhum -.
Observando com atenção todo o conteúdo do famigerado site de vídeos, concluiu-se que aproximadamente 99% dos vídeos lá hospedados são pura porcaria, que não possuem um mínimo de qualidade para que anunciantes queiram atrelar à sua imagem.
Portanto, resta o problema: como reduzir - e talvez, algum dia, sair no lucro - o déficit da contabilidade do You Tube?
A primeira idéia - a mais óbvia - é a de Pre Roll ads: São anúncios que o espectador do You Tube terá de assistir antes de ver o seu vídeo desejado. Aqui, segue-se a linguagem de comerciais de TV.
A segunda, seria a inserção de pequenos banners clicáveis dentro da janela do vídeo: O pioneiro dessa tecnologia foi a VideoEgg - já mostrado e discutido aqui no blog -; os banners seriam gerados aleatóriamente pelo servidor, tendo - talvez - como sua única variável de escolha, a categoria em que o vídeo está armazenado.
Já tem algum tempo que o You Tube experimenta a hipótese de vídeos clicáveis, portanto estipula-se que a saída adotada deverá ser esta.
O Diretor de Marketing da VideoEgg diz que qualquer que seja a providência tomada, deve-se ser extremamente cauteloso, pois não são poucas as pesquisas que demonstram o descontentamento dos usuários ao se depararem com propagandas que fiquem no caminho de sua experiência virtual.
Será que há algum jeito para reverter o cenário do You Tube?
A Rede de televisão britânica BBC possui um interessante experimento online. Chama-se Backstage, e seu espaço é devotado para o estímulo da criatividade, utilizando todo o material disponível no site BBC - imagens, notícias, sons, vídeos etc.- .
O Ipsos, grupo internacional de pesquisa de mídia, divulgou publicamente este gráfico que mostra o aumento no costume de assistir vídeos pela web. De um ano pra cá, o aumento significativo foi de 8%.
A pesquisa atribui a esse aumento a sofisticação dos PCs caseiros, e o aumento cada vez mais da velocidade da Internet com a banda larga.
Enquanto isso, o hábito de ver tv convencional caiu 5%.
Se você quiser saber o que é bom e o que não é, basta visitar o “Does it rock or does it suck?”. Um instrumento um tanto “inútil” onde você coloca a palavra desejada em inglês num campo de busca que o resultado aparece rapidamente. Quanto maior o valor do resultado, mais o assunto buscado “rocks”.
O site Brand Tags cuida de um assunto muito interessante e curioso para publicitários, marketeiros, sociólogos e qualquer um fascinado pelo mundo das marcas em todo o mundo. O site procura entender e descobrir o tipo de valor que o público agrega à uma marca. O mecanismo é simples: entrando no site você se depara com uma grande marca e escreve no campo abaixo a primeira palavra ou expressão que vem em sua mente ao ver a marca, colaborando com a formação de uma “opinião geral” da marca pelos internautas.
Os resultados das opiniões é acrescentado a um banco de dados colaborativo, compondo um documento valioso sobre a percepção do público em relação à diversas marcas.
O site Brand Tags cuida de um assunto muito interessante e curioso para publicitários, marketeiros, sociólogos e qualquer um fascinado pelo mundo das marcas em todo o mundo. O site procura entender e descobrir o tipo de valor que o público agrega à uma marca. O mecanismo é simples: entrando no site você se depara com uma grande marca e escreve no campo abaixo a primeira palavra ou expressão que vem em sua mente ao ver a marca, colaborando com a formação de uma “opinião geral” da marca pelos internautas.
Os resultados das opiniões é acrescentado a um banco de dados colaborativo, compondo um documento valioso sobre a percepção do público em relação à diversas marcas.
O PANMEDIA LAB é o laboratório da ESPM de pesquisas e análises em mídias, entretenimento, design e intervenções artísticas (daí o acrônimo p.an. m.e.d.i.a.). Assim, dedica-se às investigações em torno das inovações e dos usos das tecnologias relacionadas ao universo da comunicação, do design, do entretenimento e das artes midiáticas. Temas como propaganda e marketing digital, consumo, linguagens e identidades na cibercultura, digital trash, blogosfera e games são, assim, alguns dos objetos que este laboratório investiga, entendendo-os como elementos que compõem a complexa e dinâmica cultura midiática contemporânea.
O laboratório é formado por alunos e professores da ESPM-RJ, dirigido pelos professores Dr. Vinícius Andrade Pereira e Ms.a. Andrea Hecksher.